terça-feira, 23 de junho de 2015

SAC Móvel chega pela primeira vez a comunidades quilombolas na Rota da Independência


 

A unidade itinerante do SAC inicia nesta quarta e quinta-feira (24 e 25), em Cachoeira, a Rota da Independência, criada em homenagem à Independência da Bahia. O SAC Móvel visitará também os municípios de São Gonçalo dos Campos (30 e 1º de julho), Governador Mangabeira (3 e 4), Muritiba (6 e 7) e Maragogipe (9 e 10), além de Santiago do Iguape (12 a 19),uma pequena vila de pescadores e pequenos agricultoresquilombolas pertencente ao município de Cachoeira.


Entre os serviços ofertados pela Unidade do SAC Móvel estão a emissão de Carteira de Identidade, CPF e Certidão Negativa de Antecedentes Criminais. Também é possível fazer o recadastramento de inativos e pensionistas do Estado e obter atendimento da Ouvidoria Geral do Estado.



Pela primeira vez, os serviços do SAC Móvel estarão disponíveis a comunidades quilombolas. Nesta ação 14 delas serão contempladas (Santiago de Iguape, Kaonge, Kalembá, Kaimbongo Velho, Kalolé, Dendê, Imbiara, Engenho da Ponte, Engenho da Praia, Engenho da Vitória, Tombo, Engenho Novo, Engenho da Cruz e Brejo).



As comunidades quilombolas pertencem aos distritos de Santiago do Iguape e São Francisco do Paraguaçu, cuja população de quase 6 mil pessoas vive basicamente da agricultura familiar e da pesca. O atendimento será realizado no distrito de Santiago do Iguape por ser o que possui melhor infraestrutura e possibilita o acesso da carreta e a prestação do atendimento.



Os municípios de Cachoeira, São Francisco do Conde, São Gonçalo dos Campos, Muritiba, Maragogipe e Governador Mangabeira participam da Rota da Independência desde a 1ª edição, em 2008. Nestes últimos sete anos, foram realizados nesta ação, aproximadamente, 25 mil atendimentos.



O SAC Móvel funciona das 8 às 18 horas. Para mais informações sobre as rotas do SAC Móvel e horários de atendimento, a Secretaria da Administração (Saeb) disponibiliza o endereço www.sac.ba.gov.br e os números 0800 071 5353 (telefone fixo) e 4020 5353 (telefone móvel).

Delação não é para ladrão de galinhas', diz ex-ministro do STJ Gilson Dipp

'


o
  • Alan Marques/Folhapress
    Gilson Dipp, ex-ministro do STJ
    Gilson Dipp, ex-ministro do STJ
Em meio ao capítulo mais instigante da operação Lava Jato, que levou para a prisão o presidente da maior empreiteira do país, Marcelo Odebrecht, o ex-ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Gilson Dipp disse nesta segunda-feira (22) que a delação premiada "não é para ladrões de galinha", e sim para crimes graves. Dipp enfatizou: "A delação premiada não é prova".
Para o ex-ministro, criador das varas federais especializadas em ações sobre lavagem de dinheiro na primeira metade dos anos 2000, a colaboração premiada "é um meio excepcional de apuração". Segundo ele, "a ideia é que a delação oriente a investigação no sentido correto para se apurar tudo o que foi dito pelo delator".
Gilson Dipp falou sobre a delação em palestra na Associação Comercial de São Paulo. Ele falou também sobre acordos de leniência. O evento foi promovido pelo Conselho Político e Social da Associação Comercial.
A delação transformou-se no maior aliado da força-tarefa da Lava Jato. Quase duas dezenas de empresários, ex-dirigentes da Petrobras e executivos de construtoras contaram como operava o cartel na estatal petrolífera. A partir do relato dos delatores, a Polícia Federal e a Procuradoria da República.
As informações sobre a palestra de Gilson Dipp foram divulgadas pela Assessoria de Imprensa da Associação Comercial de São Paulo. O ex-ministro, inicialmente, falou sobre a Lei Anticorrupção, que entrou em vigor no ano passado e tem o objetivo de punir empresas que se envolvem com esse tipo de crime.
"A lei traz uma novidade grande para as pessoas jurídicas de direito privado: a responsabilidade objetiva pela prática de atos ilícitos contra a administração pública", explicou.
Na avaliação de Dipp, o texto, que tramitava no Congresso havia cinco anos, antes de ser promulgado em 2013, ganhou força com as manifestações de junho daquele ano. "Movimentos esses ainda sem explicação. Todos nós sentimos, sabemos, mas não conseguimos explicar. E eles precipitaram a edição da lei", acredita Dipp.
Ele apontou, ainda, para um tema crucial no âmbito da Operação Lava Jato - os acordos de leniência buscados pelas grandes empreiteiras do País para tentar se livrar de punições pesadas. Segundo Dipp, "tanto o acordo de leniência quanto a delação premiada têm o objetivo de compor os interesses da pessoa (física ou jurídica) que praticou o ato lesivo e da administração lesada".
"Mediante pacto, a primeira parte auxilia a segunda na identificação de coautores, prestação de informações e entrega de documentos em tempo útil, mirando com isso um abatimento na punição", disse o ex-ministro do STJ. "O motivo pelo qual as empresas estão postulando acordos de leniência é apenas um: não serem declaradas inidôneas, ou seja, continuar tendo possibilidade de receber empréstimos com bancos e serem contratadas por serem contratadas por entidades públicas. Não há qualquer outra razão", afirmou
Leia mais em: http://zip.net/bqrt3m

Leu Moura, Urbanizaram o São João

No programa da Rádio Paraguassu FM, o radialista Léo Moura  disse que urbanizaram o São João.
O São João é uma festa eminentemente rural no entanto  a grandiosidade desta  festa  levou a cidade também  adotar o São João como seu.
A  pamonha deu lugar ao espetinho,o milho  assado deu lugar  ao churrasco.
O São João chegou até a cidade, mas a cidade as  vezes não chega até o São João.
Uma   lei, assinada agora, obriga a contratação de sessenta por  cento de artista de forró para o São João.
Se espera que seja colocada em prática  e tenhamos  o retorno do São João com todos os sdeus costumes.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Respeitar as crenças. Coisas de Deus

Eu acredito no respeito pelas crenças de todas as pessoas, mas gostaria que as crenças de todas as pessoas fossem capazes de respeitar as crenças de todas as pessoas.
José Saramago

. Compadres de Fogueira Amanhã é São João

Compadres  de Fogueira

Um costume de São João  são compadres de fogueira.
Para solidificar uma amizade as pessoas saltavam fogueiras e se tornavam compadres  e comadres.
São tempo que não voltam mais  afirma  o sr. Arlindo,   em pleno 90  nos de idade





Com redução da maioridade, jovem de 16 anos poderá dirigir? Tire dúvidas

  • Arte/UOL
    Mitos sobre redução da maioridade penal incluem bebida e direção
    Mitos sobre redução da maioridade penal incluem bebida e direção
A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade para crimes considerados violentos, vem despertando, além de muita polêmica, dúvidas entre políticos, juristas e o público em geral.
O relatório da PEC da maioridade penal foi aprovado na última quarta-feira (17) pela comissão especial que analisava o assunto. Agora, o texto deverá ir a votação no plenário da Câmara dos Deputados e precisa ser aprovado lá duas vezes antes de seguir para o Senado. Só depois de aprovada em dois turnos nas duas casas é que a PEC poderá ser promulgada e entrar em vigor, sem a necessidade da sanção presidencial.
Mas, apesar de a PEC ter sido apresentada em 1993, ou seja, há 22 anos, ainda há dúvidas sobre alguns aspectos relativos à sua eventual promulgação.
Não está claro, por exemplo, se caso a PEC entre em vigor, jovens a partir de 16 anos de idade poderão praticar atos hoje restritos a jovens a partir de 18 anos, como dirigir ou mesmo comprar bebidas alcoólicas.


Após 23 anos de sua morte, devoção por Irmã Dulce só faz crescer





 

Quatro anos após beatificação, as Obras Sociais de Irmã Dulce já receberam mais de 8 mil relatos de graças atribuídas à Dulce
  
No dia 14 de  março de 1992,  o som das ruas da Cidade Baixa, em Salvador, eram do Hino ao Senhor do Bonfim misturado com o lamento pelo enterro de Irmã Dulce. Neste dia, o então bancário Osvaldo Lima trabalhava no bairro do Comércio e se impressionou com a multidão. “Ainda não era devoto de Irmã Dulce naquela época, mas lembro que fiquei emocionado com a quantidade de gente que estava lá para se despedir dela. Era uma multidão”, recorda.

Um dia antes, quando ela morreu, ele manteve em sua casa uma vela acesa, orou  e solicitou orações de seus familiares pela admiração que tinha pela religiosa.  Ele só não sabia que a admiração ia virar milagre em sua vida.
Treze anos depois, em janeiro de 2005, a devoção de Osvaldo - que também atuava como corretor de imóveis - se transformou em realidade quando foi acometido por um tumor maligno no intestino e pediu a intercessão pela sua cura à freira baiana.
“Eu estava internado no Hospital Português e iria fazer uma cirurgia no dia seguinte por conta de uma infecção. Minha irmã pediu que o  monsenhor Gaspar Sadoc (ex-pároco da igreja da Vitória, em Salvador) que rezasse por minha vida. Ele rezou e pediu ajuda de Nossa Senhora. Mas, na hora que ele fez a oração eu só conseguia pensar em Irmã Dulce.
No dia seguinte, o médico cancelou a operação pois eu estava curado. Foi Irmã Dulce”, acredita Osvaldo, que ficou internado 18 dias no Hospital Português. Hoje, aos 62 anos, ele já está aposentado e  ainda cuida da saúde. Nas horas vagas, mantém no Facebook um perfil com o nome sugestivo de “Devoto Irmã Dulce”, onde divulga fatos, relatos e histórias sobre Irmã Dulc.
“Atualmente, existem dois relatos que chamaram a atenção dos peritos e que estão sendo examinados. No entanto, no intuito de preservar as famílias de pressões prematuras e seguindo orientação do postulador, não podemos revelar o provável miraculado (nome que se chama quem é alvo de um milagre reconhecido pelo Vaticano), bem como o local onde ocorreu o fato”, explica Maria Rita Pontes, superitendente das Osid.
Os casos que estão sendo analisados compõem o processo de canonização do Vaticano que investiga se eles são, de fato milagrosos. Se confirmado, o Vaticano irá  conceder à Dulce o título de santa da Igreja Católica. Mas, para muitos fiéis, o título de santa reconhecido pela Igreja é um mero detalhe.
“Para mim ela já é santa há muito tempo. Era santa desde que nasceu e se dedicou a cuidar de tanta gente que precisava. Isso era ser santa”, argumentou a aposentada Eva Andrade, de 58 anos, que sempre vai à Igreja de Nossa  Senhora  da Conceição da Mãe de Deus (Santuário de Irmã Dulce), no Largo de Roma, para rezar junto ao túmulo da freira baiana. 
Salvação
Foi nesse lugar que um empresário sergipano, de 27 anos, que prefere não ter o nome divulgado, sentiu que Dulce fez um milagre na sua vida.
“Sempre fui muito cético, apesar de ser católico. Em 2014 descobri que estava com um tumor nas costas. Fiz diversos exames e o resultado deu que era malígno. Na véspera da cirurgia fui ao túmulo de Dulce e fiz uma oração. Foi uma conversa onde pedi que ela intercedesse pela minha saúde. Me operei, retirei o tumor e para surpresa dos médicos  o resultado da análise do tumor é que era benigno.








domingo, 21 de junho de 2015

Menina atingida por pedra diz que Oxalá é quem deve perdoar agressores

Ato contra intolerância religiosa no RJ une líderes de diferentes crenças8 fotos

1 / 8
21.jun.2015 - Cerca de 400 pessoas, entre católicos, evangélicos, adeptos do candomblé, da umbanda e de outras religiões, se reuniram em um ato contra a intolerância religiosa na manhã deste domingo (21), no Largo do Bicão, na Vila da Penha, zona norte do Rio de Janeiro. A manifestação foi convocada após a estudante Kayllane Campos, 11, levar uma pedrada na cabeça quando voltava de uma festividade do candomblé. Kayllane, presente ao ato, disse se sentir "muito feliz e muito agradecida por tudo isso que está acontecendo" Leia mais Luiz Souza/Futura Press/Estadão Conteúdo
A menina Kayllane Campos, 11 anos, atingida na testa por uma pedra no último dia 14 ao sair de um culto do candomblé, participou hoje (21) de ato contra a intolerância religiosa, na Vila da Penha, bairro da zona norte da cidade. Ela disse ter ficado muito agradecida pelas diversas manifestações de solidariedade e pediu que seus agressores parem com atitudes preconceituosas.
Acompanhada da mãe Karina Coelho e da avó Kátia Marinho, conhecida no candomblé como mãe Kátia de Lufan, a menina disse que não é ela quem precisa perdoar os agressores. "Quem tem que perdoar não sou eu, é o meu pai Oxalá." A menina disse que, depois do episódio, tem mais certeza de sua religião.
A família de Kayllane lançou um abaixo-assinado, no último dia 19, na plataforma Change.org, na internet, pela defesa da liberdade religiosa A meninda espera chegar a um número suficiente de assinaturas para garantir a organização de uma campanha nacional sobre o tema.
Diante da adesão de múltiplos credos à manifestação, a avó da menina, Kátia Marinho, disse que a agressão sofrida pela neta veio "provar que todos nós somos irmãos, cada um na sua fé". "Eu respeito a [religião] de todo mundo e exijo respeito à minha", destacou.
O exemplo de respeito a religiões é dado pela própria família de Kayllane, cuja mãe abandonou o candomblé, onde foi criada, e se converteu à igreja evangélica há um ano. "O avô dela é católico", lembrou Kátia. "Você tem a opção de escolher o que quer seguir, o que quer ser", disse.
Para Kátia, a manifestação deixou claro para a sociedade que a intolerância não é só contra o candomblecista e o umbandista. "Claro que nós somos o alvo principal, mas todo mundo sofre: o evangélico sofre, o budista sofre. Acho que antes de você levantar uma bandeira e falar que crê em alguma coisa, tem que ter amor no coração e ver o seu próximo como seu irmão".
A mãe de Kayllane, Karina Coelho, destacou que a convivência dentro da família é ótima, apesar da diversidade de religiões. Ela preferiu não fazer comentários sobre quem pratica esse tipo de ato contra qualquer religioso. "Não acho que seja de Deus apontar. Deus não apontou ninguém. A gente não tem que apontar ninguém, temos que amar um ao outro igual."
A exemplo da filha, Karina assegurou que quem tem que perdoar os agressores é Deus. "Não tenho raiva, não tenho ódio. Eles têm que pagar como humanos, mas quem perdoa é Deus. Deus acima de tudo e de todos", destacou



Rejeição de contas pelo TCU pode abrir precedente de ações contra Dilma

  • John Thys/AFP
    A desaprovação de contas é mais comum na esfera municipal, na estadual é muito difícil e na federal, se ocorrer, será a primeira vez
    A desaprovação de contas é mais comum na esfera municipal, na estadual é muito difícil e na federal, se ocorrer, será a primeira vez
A probabilidade de o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitar as contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff pode abrir um precedente objetivo, do ponto de vista técnico, para que a petista responda por irregularidades cometidas por sua gestão, como por exemplo a ações por improbidade administrativa, crime de responsabilidade ou até um pedido de impedimento (impeachment). A avaliação é do presidente da Comissão de Controle Social dos Gastos Públicos da OAB-SP, Jorge Eluf Neto.
Ao Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, o advogado disse que, mesmo sem conhecer todos os detalhes do processo que será julgado pelo TCU, "aparentemente está claro que o governo incorreu num fato grave, ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o que é motivo para a rejeição das contas".
Jorge Eluf, que participou da elaboração do texto da atual Constituição e é procurador aposentado, diz que é "um fato inédito" o governo federal estar na iminência de ter suas contas rejeitadas pelo TCU. Na sua avaliação, além da violação da Lei de Responsabilidade Fiscal, a situação chegou a tal ponto em razão da fragilidade política da atual gestão federal.
O advogado, que atuou durante 20 anos no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo como procurador da Fazenda, diz que nunca viu as contas do governo paulista serem desaprovadas. Segundo ele, o que pode ocorrer é uma aprovação com ressalvas. "A desaprovação de contas é mais comum na esfera municipal, na estadual é muito difícil e na federal, se ocorrer, será a primeira vez."
Sobre o prazo de 30 dias dado pelo Tribunal de Contas da União para a presidente Dilma esclarecer os indícios de irregularidades encontradas pelos técnicos dessa Corte, dentre elas as chamadas "pedaladas fiscais", Jorge Eluf diz que essa é mais uma chance que o Executivo terá para explicar suas contas públicas de 2014.
Após a decisão do TCU, o relatório ainda terá de ser submetido ao Congresso Nacional e votado no plenário da Câmara e do Senado. Há mais de dez anos o parlamento não examina as contas votadas pelo TCU.
Leia mais em: http://zip.net/bprtr0

sábado, 20 de junho de 2015

Adolescente é apreendido acusado de estuprar deficiente auditiva no interior da Bahia

Suspeito foi reconhecido por vítima e por seu companheiroReprodução/ Facebook
Um adolescente de 17 anos foi apreendido acusado de violentar sexualmente uma deficiente auditiva, no município de Jequié, localizado a 365 km de Salvador. As informações foram confirmadas pela Deam (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher), do município. 


Conforme a delegacia, após a vítima descrever as características físicas do suspeito, como tatuagens pelo braço, cicatriz no olho, estatura e cor da pele, as polícias Civil e Militar atuaram em ação conjunta e localizaram o adolescente próximo a casa do acusado. 
Ao chegar a Deam, o jovem foi reconhecido pela vítima e por seu companheiro, que segundo a polícia, também é portador de necessidades especiais. 
O jovem está apreendido e o caso foi encaminhado à Justiça


Professora é morta após negar dinheiro a adolescentes em Salvador


 
Uma professora da rede municipal de ensino foi morta na noite desta quinta-feira (18), durante um assalto na rua do Paraíso, no centro de Salvador. Anilene dos Santos Farias, 37 anos, tinha ido para a casa do namorado e, ao desembarcar do carro, foi abordada por dois adolescentes, que pediram dinheiro para ela.
De acordo com informações de testemunhas, a professora se negou a entregar os pertences aos criminosos, que ficaram irritados e um deles acabou atirando e atingindo a testa de Anilene. Em seguida, fugiram levando a carteira da professora. O porteiro presenciou o assalto e ligou para o apartamento do namorado da mulher, que tentou reanimá-la, mas não conseguiu.
O crime aconteceu por volta das 22h40. Policiais foram até o local e fizeram várias rondas na região, mas não conseguiram localizar os bandidos.
]O crime será investigado pelo DHPP (Departamento d


Em tempos de crise, casais de Brasília ‘transformam’ estacionamento em motel ao ar livre




Ao invés de pagar para ir a um motel, pessoas ‘improvisaram’ um local para fazer sexo num estacionamento ao livre na Asa Norte, região central de Brasília. Chegaram até a pendurar numa árvore a placa “Motel 707”, em referência ao número da quadra. Trata-se de uma área comercial e residencial, na qual moradores e comerciantes já denunciavam a presença de prostitutas, traficantes e usuários de drogas durante a noite. Agora eles reclamam também que, a partir das 21h, pessoas iniciam o movimento no ‘Motel 707’, algo que já denunciaram ao presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Brasília, Alcino Marçal. — Já soube da situação há bastante tempo. Esse fato vem sendo discutido nas reuniões do conselho, assim como outras casas de prostituição aqui na região. Temos um estudo para poder intervir na situação, pois atentado ao pudor é crime. O mecânico Ricardo Alexandre tem uma oficina na 707 norte. Ele reclama que o motel ao ar livre espanta os clientes, pois durante as manhãs, sobram os preservativos usados jogados no chão. — A gente chega aqui encontra até 60 camisinhas no chão. A gente usa o local como estacionamento, mas quando está muito sujo a gente varre pra não espantar os fregueses. Nas segundas a situação fica pior. Em nota, a PMDF afirma que já nesta área em especifico, principalmente na prevenção e repressão de crimes como roubo e furto. No entanto, eles alegam não ter conhecimento sobre as denúncias a respeito do motel, mas prometem atenção especial ao problema a partir desta sexta-feira (19). A lei diz que ao ser flagrado pela polícia no cometimento de ato obsceno, o casal em questão é levado para registro caso esteja cometendo em local público. Na ação penal, tanto a pública quanto privada, em regra geral, depende de queixa do ofendido, ou seja, a pessoa que presenciar o fato precisa se deslocar para registrar ocorrência em uma delegacia

Mulher é condenada a mais de 12 anos por matar animais

Uma sentença histórica para a causa animal no país aconteceu nesta quinta-feira (18), no estado de São Paulo. Conhecida como a “matadora de animais”, Dalva Lina da Silva foi condenada a mais de 12 anos de prisão pela morte de 37 animais (cães e gatos), em 2012. A pena foi determinada pela juíza Patrícia Álvarez Cruz e um mandado de prisão já foi expedido contra a mulher.
O caso é a primeira condenação, no Brasil, motivada pela morte de animais. Além do tempo de reclusão, Dalva Lina deve pagar uma multa.  A mulher foi alvo de constantes denúncias por órgãos de defesa animal, como a Agência de Notícias de Direitos Animais. Dalva foi processada pelo Ministério Público pelo crime previsto no artigo 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais (maus-tratos seguidos de morte dos animais), somado à acusação de utilizar substância proibida.
De acordo com o processo, a mulher utilizava quetamina – anestésico que só é permitido ao uso de profissionais veterinários – para assassinar os animais. A necropsia mostrou que a condenada injetava a droga no peito dos cachorros e gatos, com vários furos, na tentativa de atingir o coração dos bichos. Todos morreram de forma lenta (agonizavam por cerca de 30 minutos), por hemorragia interna. Uma das cachorras analisadas tinha o surpreendente número de 18 perfurações.
Ainda segundo a perícia, os animais devem ter sido amarrados antes da aplicação da droga. Nenhum animal apresentava doenças que exigissem a medicação, o que contraria a versão de Dalva de que apenas teria injetado a droga em seis animais que estariam em fase terminal.
Acusada era conhecida por “acolher animais”
Informações divulgadas pelo portal da Globo News mostram que Dalva Lina era conhecida por ajudar a recolher animais abandonados. Contudo, vizinhos começaram a suspeitar da ação criminosa da mulher. No carro de Dalva, a Polícia encontrou várias caixas de sedativo, mas foi liberado. ONGs de proteção animal contrataram um detetive particular que, durante 20 dias, investigou e fotografou o cotidiano da mulher.
Dalva foi flagrada levando sacos de lixo para a calçada do vizinho; dentro dos recipientes, corpos de animais. A defesa da acusada afirmou que vai recorrer da decisão, por considerá-la injusta.

Lei Seca, coisa boa quando aplicada

Uma lei que é sempre lembrada é a lei seca, principalmente quando em época de festa. Se dirigir não beba, se beber não dirija.
Em alguma cidades é comprovado  que diminuiu a quantidade de acidentes, até mesmo  o número de óbitos.
Em Santo Estevão é colocado serviço  de carro Táxi para servir nesta hora. O certo que bebida e volante não combina.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Túmulo de Chico Xavier é alvo de vandalismo em Minas Gerais

Reprodução/TV GloboReprodução/TV Globo
O vidro blindado que protege o túmulo de Chico Xavier foi alvo de vandalismo na última quinta-feira (18). Um trincado e algumas marcas de pancada foram encontradas na proteção do jazigo, que fica no cemitério São João Batista, em Uberaba, Minas Gerais. Quem faz as acusações é o filho do médium, Eurípedes Higino.

“Levei duas senhoras de manhã pra conhecerem o túmulo. Quando foi depois do almoço, deixei um rapaz do Maranhão na entrada. Ele logo voltou na minha casa e disse que tentaram quebrar, pois tinha até marcas de pé no vidro. Nessa altura, pode tanto ser atitude de drogados, como de intolerância religiosa. Eu pensava que o Chico era respeitado desde as periferias e por pessoas de todas as religiões”, afirmou Higino.

Temendo que o túmulo do médium seja vítima de mais atos de vandalismo, o filho já encomendou com um serralheiro que faça grades para proteger o local. “Ele [Chico Xavier] me dizia que eu teria mais trabalho depois que ele fosse do que com ele vivo. Já roubaram coisas do túmulo e uma senhora minou o local, sendo que ele não era milagroso”, diz ele.

O túmulo e o museu de Chico Xavier recebem em média 2500 visitas por semana segundo o Ministério do Turismo. A agressão ao local acontece na mesma semana em que uma menina candomblecista foi agredida com uma pedrada. Nesta sexta (19), um médium foi assassinado brutalmente no Rio de Janeiro.