Collor
foi acusado, em 1992, de ter cometido crime de responsabilidade ao utilizar
cheques fantasmas para o pagamento de despesas pessoais, como uma reforma na
Casa da Dinda, residência em que mora em Brasília, e a compra de um carro Fiat
Elba.
O
processo de impeachment foi instaurado em setembro daquele ano e, quatro meses
depois, o Senado decidiu cassar os direitos políticos do ex-presidente, que já
havia renunciado à Presidência da República. (Gustavo Garcia)