Dois parlamentares, sendo um bolsonarista, contaram à um site da capital federal que houve aumento de críticas à ministra Tereza Cristina, quando o desgaste com o DEM foi se acentuando. As principais oposições teriam vindo do setor “mais extremista” da base do presidente. A titular da Agricultura, entretanto, continuou com o apoio de Jair Bolsonaro.
O coordenador da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Alceu Moreira (MDB-RS), afirma que a ministra foi indicada ao cargo não por integrar o DEM, mas também por ser “mulher, agrônoma, produtora rural, deputada federal e presidente da Frente”. De acordo com ele, alguns critérios para composição dos ministérios não observaram relação partidária, mas, sim, o currículo dos indicados.