Na época, a Polícia Civil descartou motivação política para o crime, já que Etevaldo trabalhava como coordenador de campanha da vereadora Cíntia Machado , que tentava a reeleição. Atualmente, ela exerce o mandato como suplente.
Cansada de esperar, a viúva Cristiane Oliveira de Jesus cobra agilidade da polícia que, após quase um ano, ainda não concluiu o inquérito sobre o caso.
"O maior sofrimento é ver meu filho sem saber que tirou a vida do seu pai. Quem conheceu Etevaldo, sabia que ele tinha o coração bom!", lamentou .
Informações: De Olho na Cidade e Sotero Filho.