O diretor do festival, Alex Mello, destaca que a produção de filmes com temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) é numerosa, e que o evento busca dar mais visibilidade e fazer com que esses filmes cheguem ao maior número possível de pessoas, para levar a mensagem de igualdade de direitos: “Dentro do Brasil, o festival tem uma outra grande importância, que é a luta contra o preconceito”.
Entre os 87 filmes – dos quais, 12 longas-metragens - há produções de outras partes do mundo, o que o diretor do festival considera uma riqueza para a experiência do público com as condições de vida da população LGBT. “O festival acaba sendo rico também por isso, porque engloba filmes de várias partes do mundo que estão passando por momentos muito diferentes”.